Programação 2019

E para o início do ano já temos algumas datas com programação analógica! Essas serão as últimas atividades do ateliê da Rua Tabapuã.

de 21/01 a 25/01 • O bazar já foi, mas ainda tenho muitos itens grandes no ateliê e outras coisas que não levarei na FRoFA, se quiser dar uma olhada, manda um oi e que eu marco com você. Obrigado!  Tem fotolivros, livros sobre técnica fotográfica, diversos artefatos de laboratório p&b e químicos fotográficos, tripés de câmera, pequenos kits de iluminação, prints soltos, emoldurados, prints 20x30cm da Saudades.co, fotos emolduradas da Saudades.co também e alguns scanners grandes também. Para tornar a coisa interessante:
•pagamento em cartão e parcelmento em 3x
•compras acima de R$300 ganham uma sacola com meus livros autografados e uma foto emoldurada

06/02 • último dia para contribuir com o projeto Fotografia Portuguesa – https://www.catarse.me/guilherme_maranhao?ref=project_link

24/02 • FRoFA –>  https://www.facebook.com/events/2287850264872106/

 

 

Foto Castilhos • Caxias do Sul, RS

Para variar o dono tinha dado uma saidinha quando eu passei por lá, não é a primeira vez que isso acontece quando quero visitar uma lojinha. Conversei com alguns locais e me informaram que essa loja da cidade é única que ainda é mantida pelos donos originais.

A loja fica de frente para a Igreja São Pelegrino, logo presumo que fotografia social foi presente nas atividades deles no passado.

Na vitrine diversos mostruários de retoque digital em fotografias antigas.

E eles ainda fazem fotos para túmulos!

Fotolivros

Papamosca

Passei um reveillon (2005) muito louco com a Raquel Moliterno e fui testemunha de uma luta complexa entre uma mosca e uma papamosca. Quando chegou a hora de ampliar essas imagens eu acabei pensando em um livro com o PhotoTypeSetting paper. O lance era não cortar o papel, ampliar tudo na sequência para depois só dobrar o papel em sanfona e o livreto assim estaria pronto.

Improper Shipment Procedure Record

Quando eu era jovem (1999) e a fotografia digital começava a aparecer nesse mundão sem porteiras, eu me meti a fotografar processos de embalagem numa fábrica e criar procedimentos para que tais processos respeitassem a ISO da vez lá.

Bom, eu era o figura com uma Mavica pendurada no pescoço, uma pilha de disquetes no bolso vagando por um galpão de logística de auto-peças. (Sobrevivi.) Volta e meia chegava algo muito zoado, peças espalhadas, chapas enferrujadas e eu fotografava pros relatórios dos figuras de lá.

Eu habitava uma casinha dentro do galpão, um pequeno isolamento que me dava um mínimo de sossego. Lá me deixaram uma impressora laser e uma máquina xerox que ampliava e reduzia. Eu logo saquei como imprimir as fotos digitais coloridas em um pb reticulado maneiro. Tá bom, eu não pagava nem o toner, nem o papel, isso foi um super apoio que a TDS deu pro meu trabalho! uhu!

Os relatórios para onde iam as fotos das peças danificadas chamavam Improper Shipment Procedure Records, o livro virou o ISPR.

Mais experiências com objetivas

Essa objetiva Kawanon 180mm f/3.5 com sistema preset de diafragma chegou precisando de diversos cuidados, aparentemente ele foi desmontada para alguns reparos que não chegaram a ser executados. A primeira coisa que percebi é que ela era muito pesada na frente, uma característica frequente das objetivas com design sonnar e isso já me deixou empolgado.

Ludwig Bertele desenvolveu a primeira objetiva Sonnar para a Zeiss em 1929, uma 50mm f/2, passou os anos seguintes em busca de uma versão mais clara e tentando resolver alguns problemas. Em meados da década de 1930 ele desenhou uma 135mm f/4 baseada nesse design e esse objetiva foi copiada por diversas empresas. Essa 180mm parece ser baseada nesse design da 135mm por conta da complexidade do elemento traseiro. O que eu posso esperar dessa lente? Imagem de qualidade no infinito para paisagens, um belo desfoque ajudado pelas 12 lâminas, nada muito especial nas distâncias mais curtas.

Depois de descobrir a sequência correta de montagem da parte da frente pude acessar um parafusos que estava frouxo. Faltava uma mola circular que dá a pressão do sistema preset, roubei uma de um filtro 62mm e fui em frente na remontagem.

A segunda experiência foi usar um corpo de câmera Konica para receber objetivas difíceis de serem convertidas. O registro da baioneta Konica AR é de apenas 40.5mm, ou seja, sobra mais espaço entre corpo e lente para converter objetivas diversas.

Esse primeiro teste foi com uma objetiva Trioplan com baioneta Exakta. Simplesmente adicionei uma baioneta de um corpo Exakta à câmera Konica com o auxílio de um espaçador de 0.5mm para alcançar os 4.2mm de diferença.