Estamos de mudança com o ateliê e vários equipamentos estão encaixotados nesse momento.
Vou atender somente 35mm de fevereiro de 2019 até abril de 2019.
câmeras, scanners, filmes… quebrados, obsoletos, vencidos, mofados, estragados…
Estamos de mudança com o ateliê e vários equipamentos estão encaixotados nesse momento.
Vou atender somente 35mm de fevereiro de 2019 até abril de 2019.
Acabei ficando um mês e meio sem usar a impressora e duas cores que estavam entupindo com facilidade, acabaram entupindo para valer. Diversas noites com limpa-vidros aplicado no parking pad não resolveram nada, várias limpezas também não.
A impressora tinha 3 cores que já não iam bem antes, com isso fiquei com apenas 5 cores funcionando e um inkset de 6 tons de preto. Mudei o 100% para o canal Magenta que ainda estava bom, mantive 30%, 9%, 6% e 2%. Perdi o canal de 18%. Refiz os cálculos dos crossovers e criei um novo descriptor file.
O QuadToneRip entende a impressora e a localização das tintas a partir de um arquivo chamado QuadTone descriptor file, que é apenas um arquivo TXT mais ou menos assim:
# QuadToneRIP curve descriptor file # for 4900 with T474 Epson Archival Ink diluted inkset PRINTER=Quad4900 CALIBRATION=NO GRAPH_CURVE=NO N_OF_INKS=10 DEFAULT_INK_LIMIT=65 LIMIT_K=0 LIMIT_C=0 LIMIT_M=0 LIMIT_Y= LIMIT_LC= LIMIT_LM= LIMIT_LK=0 LIMIT_LLK= LIMIT_OR= LIMIT_GR= # # Describe usage of each ink # All inks must be listed # # Gray Partitioning Information N_OF_GRAY_PARTS=6 GRAY_INK_1=OR GRAY_VAL_1=100 GRAY_INK_2=LM GRAY_VAL_2=40 GRAY_INK_3=LC GRAY_VAL_3=30 GRAY_INK_4=Y GRAY_VAL_4=20 GRAY_INK_5=LLK GRAY_VAL_5=10.5 GRAY_INK_6=GR GRAY_VAL_6=5 GRAY_INK_7= GRAY_VAL_7= GRAY_HIGHLIGHT=6 GRAY_SHADOW=6 GRAY_GAMMA=1 GRAY_CURVE= # Toner Partition Information N_OF_TONER_PARTS=0 TONER_INK_1= TONER_VAL_1= TONER_INK_2= TONER_VAL_2= TONER_HIGHLIGHT= TONER_SHADOW= TONER_GAMMA= TONER_CURVE= # Unused Inks N_OF_UNUSED=6 UNUSED_INK_1=C UNUSED_INK_2=M UNUSED_INK_3=OR UNUSED_INK_4=Y UNUSED_INK_5=LM UNUSED_INK_6=LC UC_NEUTRALIZER=NO
A parte do gray partitioning information é o X da questão. E foi ali que eu mudei o número de canais e onde eles estavam posicionados. Refiz o ink charge do lado direito e bati uma calibração para ver se tinha as 5 tintas funcionando 100%. A matemática não falhou e fica muito difícil achar uma diferença entre as cópias com 6 tons e das de 5 tons.
Update #1 21/02/19: perdi mais um canal, o Y, agora tenho 4 tons de carbono e continuo indo.
Update #2 21/02/19: erro fatal 1A39, a cabeça morreu. Isso explica o dropout de amarelo.
Update #3 28/02/19: uma das possibilidades de um erro 1A39 é um curto no flexível que vela os comandos à cabeça de impressão. Uma checagem possível é remover a cobertura da cabeça (seis parafusos philips) e recolocar o flexível grande à esquerda da cabeça. Fiz isso e a impressora foi capaz de realizar um teste de cabeça sem soluços. Essa semana parada gerou uns entupimentos. Coloquei líquido no parking pad e vou deixar umas horas antes de tentar limpar.
Em 19 de Outubro de 2015, durante o programa Foco Crítico #7. Foco Crítico era transmitido ao vivo pelo Periscope, então tem umas perguntas sendo respondidas e conversas paralelas, não é exatamente um tutorial de Youtube. A receita utilizada é bem próxima da que você encontra no site do Digital Truth.
A próxima FRoFA já está marcada, faltam 27 dias! Mais informações, siga o link:

Em 07 de Dezembro de 2015, durante o programa Foco Crítico #11. Foco Crítico era transmitido ao vivo pelo Periscope, então tem umas perguntas sendo respondidas e conversas paralelas, não é exatamente um tutorial de Youtube.
Em agosto de 2018 eu contei como rebobinei filme gráfico PSD da marca IBF em bobinas de filme 120 para usar em câmeras de médio formato.
Bom, aproveitei o início do ano para fazer alguns testes com esse filme. O PSD é um velho conhecido, era muito usado pela turma da faculdade para fazer internegativos de imagens que seriam copiadas em processos históricos (cianotipia, marrom van dyke, por exemplo). E esse rolo era daquela época!
Eu já sabia que na luz do dia o ISO 6 seria uma boa escolha. Nos anos 90/00 nós revelávamos o PSD em Dektol diluído 1:6 ou 1:12 numa tentativa (muito ruim) de conter o contraste inerente à emulsão com materiais fáceis de encontrar.
De lá para cá eu fiquei sabendo da fórmula do Soemarko LC-1 no livro do Christopher James. Quer bisbilhotar a fórmula, ela é discutida nesse post aqui.

Graças à possibilidade de acender uma luz vermelha durante a revelação, eu pude acompanhar o aumento da densidade e quando achei que estava bom passei o filme adiante para o interruptor.
Como eu mostrei no post de agosto, o filme estava guardado em local úmido e ficou colado em si próprio em alguns pontos. Quando isso ficava claro durante o processo de rebobinar, eu marcava a bobina com um asterisco, para referência na hora da foto.

O que eu não pude ver na luz vermelha enquanto rebobinava eram os pontos de mofo no filme que ficaram evidentes após o processamento, lindos!
