A saída para o projeto POMAR está super de pé. Entre no site da Rever, link ao lado, lá tem um mapa e mais detalhes.

Dia 01 de outubro abre a exposição no Itaú Cultural, vou ter a cara de pau de pedir doações de filmes, papéis e outros lixos num dos textos da exposição.

ontem, fotografando com Kodalith, na oito por dez do professor, realizei algumas coisas. pensei bastante sobre o que ele me disse, sobre doar a minha segunda câmara para a faculdade. enfim, idéias…
vou pedir uma lente da sinar para dar uma olhada na placa e fazer um adaptador. e depois, boa sorte para minha câmara querida…

em dias de mudança tem sempre aquela coisa de passar os olhos por todas as coisas que estão guardadas. a gente acaba achando algo em que não tinha mexido durante um tempo, e percebendo quantas coisas tinha guardado para um dia…

bom, essa semana anda assim. coisas me lembram de idéias que tive um dia. a conclusão que chego é que certas coisas acabam esquecidas porque essas idéias – fotos que queria fazer com isso ou aquilo – morreram, ou porque a idéia em si nem era tão legal assim, ou porque a coisa em si não era tão completa assim para a execução da idéia, às vezes um pouco dos dois.

isso é mais ou menos o teor do artigo “sobre o tempo”, em que relato o tempo que leva para as coisas aparecerem que se completam entre si e que possibilitam a execução de uma idéia (foto).

quero me esforçar para evitar que coisas simplesmente fiquem esperando nas prateleiras do atelier – limitar o lixo. gostaria de ficar apenas com as coisas que são acompanhadas de boas idéias, mesmo que estejam incompletas.

então, será que reciclar o lixo fotográfico é reprogramar esses equipamentos e materiais fotográficos? será que é dai que vem esse estranho sentimento de quando falo de software ou de papel mofado, falo de mesma coisa?

revirei uma caixa de cabos de computador, encontrados no lixo da tds lá no canadá. resolvi que alguns realmente deveriam ir para outras mãos, alguns ficaram, e possivelmente conectarão coisas inusitas um dia. paralelo para serial, etc e tal.

e teve uma experiência esses dias que foi fabulosa, ainda no tópico software/programa/flusser.

fui danças no milo’s garagem. assisti ao que foi descrito a mim como um “live PA”. enfim, dois jovens bem apessoados, trajando roupas quase comuns, cada um com seu laptop ao qual adicionaram um console. os ditos consoles que cada qual trazia nada mais eram do que uma peça de tamanho aproximado do dito laptop, mas cheio de dials e sliders (botões de girar e de deslizar).

dançávamos à música que esses dois jovens criavam mexendo esses botões. na tela, que ambos olhavam atentamente nada mais do que uma inteface cheia de número, gráficos, uma outra representação do console que eles tinham ali talvez. interfaces para controlar o software/programa.

fiquei pasmo!