Cheguei a averiguar o arquivo extensão .FW da Kodak, que eu baixei como sendo o firmware da DC50. Abri no TextEdit e dei uma bisbilhotada, vários símbolos e só. Me parece um conjunto de parâmetros, basicamente. Vou procurar algo diferente para tentar editar a informação ali dentro.
Autor: Guilherme Maranhão
Separei para levar na viagem um pequeno laboratório improvisado, e as pinholes: 4×5″, a do mezanino e a de raio-x 30x40cm. Ainda levo a F2 com os PanFs velhinhos que teimo em usar. Tentei terminar de construir minha 5×7″ super wide, mas nada deu muito certo no final. Uma pessoa ligou para me doar um resto de uma Bender 4×5″, talvez isso sirva para terminar a minha super wide.
O quadro de referências do TCC ainda urge por um ensaio que passe obrigatoriamente pelos softwares de fato. É o passo final para fechar o cerco sobre o assunto do reaproveitamento. Preciso elencar os equipamentos passíveis de serem reprogramados dentro das minhas possibilidades informáticas nesse momento.
Como o primeiro item a ser apontado pelo possível orientador, ele me diz que o trabalho são as imagens feitas com os objetos. Já eu brigo para que o trabalho seja ou o texto sobre os objetos, ou os próprios.
Será que eu baixo um firmware para DC-50?
Kenji aceitou ser o orientador. Agora vêem os tramites burocráticos dentro da faculdade. Os cianótipos vão bem, o papel reaproveitado tem sido uma base interessante para trabalhar. O formato do 18x24cm é legal.
Reciclei umas outras coisas num modificador de flash secreto, falo mais disso depois.
A idéia dos cadernos de pensamento fotográfico da Rever tá no ar, um para janeiro, um para julho, um para janeiro, um para julho…
Me chamaram para retirar mais uns filmes vencidos, putz, umas coisas legais, pb, cromo e negativo, mais trabalho adiante.
tentei rebaixar uma cópia pb, cianotipar, e revelar a imagem novamente. não deu, o revelador ou a parte B da viragem rebaixam permanentemente o cianótipo. o Kenji deu outras idéias, mas não são muito a minha praia, porque não envolvem muito reaproveitamento. vou pensar em qual é o químico comum aos dois banhos, talvez seja mesmo a alcalinidade, e tentar evitar o rebaixamento do cianótipo, e assim aproveitar a imagem da cópia dita “ruim” e adicionar uma imagem azul sobre ela. estava usando um negativo em raio-X vencido da Orwo.
no mais conversei sobre o CTF do Senac com um figura, e sobre tecnologias com um outro figura.
Sobre a visita à Cinemateca Brasileira: a aula de preservação e restauro tem sido muito eficaz em me dar a medida da duração de uma imagem. A imagem dura pouco. Por isso acho que melhor é usá-la das maneiras mais interessantes antes que ela seja apenas um pedaço de material fotográfico com algum, ou nenhum, valor histórico. Os lixos, reutilizados e etc devem durar ainda menos…