Na mala:
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Tag: Viagem
Para Uberlândia buscar uma Colex
SP-348. SP-330. BR-050.
Ida e volta somaram um pouco mais de 1200Km.
O propósito era recuperar um pouco de história. Fazer uma breve arqueologia da fotográfica analógica.



No caminho cerrado. Agradável.



Quem se habilita a dar um novo lar para esse cara ai em cima?
Descanso antes do retorno.




De volta, idéias e projetos.

Velatura em filme no aeroporto
Recentemente fotografei com um filme Tri-X 400 (modelo novo, código 400TX) que me foi trazido de presente lá de Houston, TX. O filme veio de avião para o Brasil, ao contrário dos que são importados normalmente. Ontem revelei esse 400TX junto com outros 5 que comprei aqui no Brasil, quando o Komatsu ainda os vendia. Surpresa: a base do filme ficou bem diferente.
Na foto esse filme é o da direita, os outros são os adquiridos no Brasil, a borda mais escura é claramente visível. O lote não era muito diferente e ambos venceriam em 2011. Minha suspeita é o raio-X que é aplicado às bagagens que são despachadas.

Point-and-Shoot 5×7″ • imagens
Alguns exemplos de imagens com a 5×7″ nova com uma 90mm de foco fixo:

Levou uns 20 minutos em f/32 para expor essa no Campus Party, uma visão da área das barracas, onde a galera dormiu no CP.

Era de manhãzinha e o Sol lambia as pontas dessas bromélias (?). Deixei o Sol invadir o canto do quadro, para ver o que ele virava, virou um triângulo branco interessante. A casa e as jaboticabeiras fazem o fundo. Com Sol, tudo mais fácil, levou uns 20 segundos em f/45 para “capturar” essa.

O negativo mostra a imagem bem retinha, mas o scanner (um Agfa Duoscan) não pressiona o filme contra o vidro, de modo que fica assim, tudo meio arredondado, o filme secou pendurado. Essa foto é do lado de dentro de janelas como as que vemos acima.
Grafite Digital em Belo Horizonte
Lá para setembro do ano passado fui a Belo Horizonte e escrevi isso aqui. Um post sobre uma grafite digital que eu vi rolar. Demorou mas finalmente revelei os filmes daquela noite e escaneei um fotograma para cá:

A foto mostra o datashow sobre o carro vermelho, a filmadora DV está num tripé e escondido atrás do Fred (de preto e boné) está o laptop. Uns dos meninos da direita tem o laser na mão. Quando ele desenha, projeta o laser sobre a parede do prédio, o computador vê o laser através da câmara DV que está ligada pelo Firewire e vai desenhando uma imagem no prédio com o datashow, seguindo o laser e dando a esse desenho uma cara, que pode ser de spray ou no caso de pincel largo.
Campus Party • Planejamento
Tá na hora de começar a pensar no que vai para o Campus Party: laptop que só liga na tomada (quem sabe com uns adesivos bonitinhos para aparecer em público), um HD externo para backups (com uma etiqueta bem grande com o meu nome), cabos de força e firewire, câmara 6×6, câmara 5×7″, filmes diversos (pb e cor), saco preto para trocá-los, nível de bolha para por a câmara no prumo, cabo disparador, lupa para fazer o foco, kit limpeza de lentes, câmara scanner (duas) e seus cabos e bateria, ferro de solda e outras ferramentas prevendo o pior, dinheiro para um salgado aqui e ali, tripé, carregador de celular, caderno de notas, umas fotos para mostrar aqui e ali…