Lá para setembro do ano passado fui a Belo Horizonte e escrevi isso aqui. Um post sobre uma grafite digital que eu vi rolar. Demorou mas finalmente revelei os filmes daquela noite e escaneei um fotograma para cá:

A foto mostra o datashow sobre o carro vermelho, a filmadora DV está num tripé e escondido atrás do Fred (de preto e boné) está o laptop. Uns dos meninos da direita tem o laser na mão. Quando ele desenha, projeta o laser sobre a parede do prédio, o computador vê o laser através da câmara DV que está ligada pelo Firewire e vai desenhando uma imagem no prédio com o datashow, seguindo o laser e dando a esse desenho uma cara, que pode ser de spray ou no caso de pincel largo.
Eu só vinha comentar sobre o Man Ray, mas não dá pra ficar quieta com um negocio desses
quero brincar de pichar também
que fantástico
que animal
que tudooooooooooooooooooo
isso oOOoOooOoO loco
manifestação olé olé olá manifestação olé olé olá… rs
ai ai ai ai mundo mundo vasto mundo será que no fim da vida a gente esgota todas as possibilidades?
enfim…
man ray:
“Adoro as coisas simples.
Elas são o último refúgio de um espírito complexo.”
Oscar Wilde.
Li essa frase do Oscar Wilde e lembrei da simplicidade que você disse que o man ray tem, bom acho que pra mim é essa simplicidade ai, na verdade é bem complexo rs rs rs
tchaus!