Em São José do Rio Pardo nós montamos nossas paradas atrás do teatro de arena.
Lá pelas tantas passou uma manifestação, mas não tivemos problemas. O Circuito parou momentaneamente e depois continuamos.
Em Ibaté tudo de novo.
câmeras, scanners, filmes… quebrados, obsoletos, vencidos, mofados, estragados…
Ao entrar nessa loja logo se vê uma câmara 18x24cm com uma Heliar 24cm montada num Compound. A câmara dá uma idéia da história que está guardada ali.
Sem letreiro na fachada, na Rua General Osório, 429 em São Carlos, SP, a Foto Zerbetto funciona há mais de 50 anos.
Fernando Antonio Zerbetto começou o ofício de fotógrafo aos 10 anos com o pai em Pirassununga. Mostra com orgulho imagens panorâmicas de lá feitas pelo pai.
E o próprio Zerbetto me deu a sua explicação do termo Lambe-Lambe:
“O fotógrafo não sabia (com a mão dentro da câmara) qual era o lado da emulsão e qual era o lado do vidro. Depois saiu o filme rígido que tinha a marquinha em cima. Ele lambia o dedo para checar qual era o lado da emulsão na chapa de vidro. No vidro não grudava, na gelatina gruda.”
Em Matão durante o Circuito Sesc de Artes eu tive que explicar para a TV local o porque da nossa intervenção.
Chegou por aqui o catálogo da mostra, nele uma linda foto da Fernanda Procópo registra a nossa intervenção.

Em breve algumas imagens do Circuito Sesc de Artes, que é uma outra história, estamos indo para Araraquara hoje!
Outro dia fui à feirinha do Bixiga com toda a família e enquanto eu explorava um objeto numa barraquinha fui fotografado pela minha mãe. O objeto em si era uma torre de 3 objetivas.

Acabei comprando o objeto e fiz um post no fórum MFLenses tentando descobrir exatamente o que comprei. Parece que são lentes de um leitor de microfichas. Segue o link do post.