Uma Pedra

Uns posts atrás mencionei os escaneamentos com o Cezanne. Enquanto tudo vai muito bem com negativos 35mm, parece que os negativos 8×10″ são muito complicados para vários escaners, principalmente os mais antigos, muito em função do aparecimentos de listas na imagem (sujeira, defeitos no CCD, sabe-se lá).

Comecei a testar os diferentes escaners que tenho aqui e esbarrei num outro aspecto, que é como essas máquinas entendem os negativos coloridos (mesmo usando o mesmo software para operá-los).

Scan num PFU DL2400p a 800dpi:

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Scan num Umax Astra 1200s a 600dpi:

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Filmes para o Reveillon

Esse ano eu comecei a editar muitas imagens dos anos 90. Coisas que eu fotografei, revelei e arquivei.

Comecei a encontrar várias séries feitas durante os reveillons. Comecei a perceber algumas coincidências e resolvi continuar a aproveitar essa época para continuar esses trabalhos. Em negativo colorido, o mais vencido melhor.

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De VPLs vencidos em 84 e 85 a NPLs vencidos em 2004.

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Cezanne • com fluído Kami

Para manter os negativos mais planos e melhorar a transmissão ótica do acetato comecei a usar um líquido produzido pela Aztek para escaneamento, é o fluído Kami. Uma busca na internet pode revelar muito sobre essa técnica: Wet Mounting.

Dá para observar uma diferença bem grande em relação às fotos do post anterior, quando as bordas do negativo estavam completamente fora de foco.

 

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Cezanne • Operando

Depois de várias tentativas, acabei começando do início novamente. Parti para uma limpeza interna do scanner (com aspirador de pó) e depois apliquei óleo nas partes móveis. Os avisos de erro foram embora.

Recortei em acrílico uma máscara para os negativos e fiz um teste, sem o acrílico original que não estava muito bom.

Aqui um desses testes, de uma série de imagens com Fomapan vencido em 1991, fotografado em 2011, depois de mofar 20 anos.

 

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Jena • p10 • Workshop Quimiogramas

Na véspera do retorno um workshop divertidíssimo.
Brinquei com os alunos, pela primeira vez ouvi duas coisas: “esse papel é grande, posso cortar?” e “espera que eu preciso pensar o que fazer”. Enfim, dei boas risadas.
Falamos de arte, de artificialidade, de multiplicidade de culturas, etc.

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Catamos folhas pelas ruas de Jena. Sacos plásticos reciclados, enfim, pequenas coisas.

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Escreveu esse post da sala de espera em Frankfurt, daqui a pouco retorno a São Paulo. Até já!