O Festa Lite Pro v.P2 foi super aprovado numa pauta na noite passada. Festa em apê, pouca luz, muita gente dançando, o foco automático rolou legal e ajudou bem.
O problema do olho vermelho foi violento, a única coisa que dificultou o trabalho, mas só depois. De resto ficou tudo bem.
Saiu do forno o Festa Lite Pro v.P2 (o segundo protótipo do acessório de iluminação). Entre as novidades dessa versão está a canaleta para a luz de auxílio ao foco automático, a base que se prende as Canon EOS pelo soquete do tripé, o acabamento bem mais bonitinho que o do P1, mas o que melhorou bastante foi a relação de perda de luz, que agora é de apenas 3 pontos (o P1 perdia até 4 pontos). Isso só foi possível com uma revisão do sistema de coleta de luz da boca do flash, assim mais luz é aproveitada e refletida na direção correta. Esse sistema tá bem legal. Do ponto de vista da produção, o v.P2 sai totalmente reprodutível, não leva nenhuma peça ou material indisponível no mercado local, a principal meta para essa versão. BTW, a alma do FLP é uma caixa de papel fotográfico vazia!
Andei procurando uma Kodak DCS 520 por ai, mas fácil mesmo só no *bay. Quero explorar a fotografia digital sem filtro dententor de infravermelho, nem filtro antialiasing. Agora o bicho vai pegar. Uma DCS qualquer outro número também serviria…
Os cacarecos continuam aparecendo, foi a professora que me trouxe polaróides, foi o amigo que me deu uma cabeça ballhead baleada, papéis e mais papéis, etc, etc. Revelei mais de 30 filmes diapositivos em C-41 essa última semana, muitas coisas pré-históricas apareceram. Mais de seis meses atrás, épocas de indefinição e definição.
Cheguei a averiguar o arquivo extensão .FW da Kodak, que eu baixei como sendo o firmware da DC50. Abri no TextEdit e dei uma bisbilhotada, vários símbolos e só. Me parece um conjunto de parâmetros, basicamente. Vou procurar algo diferente para tentar editar a informação ali dentro.
Separei para levar na viagem um pequeno laboratório improvisado, e as pinholes: 4×5″, a do mezanino e a de raio-x 30x40cm. Ainda levo a F2 com os PanFs velhinhos que teimo em usar. Tentei terminar de construir minha 5×7″ super wide, mas nada deu muito certo no final. Uma pessoa ligou para me doar um resto de uma Bender 4×5″, talvez isso sirva para terminar a minha super wide.
O quadro de referências do TCC ainda urge por um ensaio que passe obrigatoriamente pelos softwares de fato. É o passo final para fechar o cerco sobre o assunto do reaproveitamento. Preciso elencar os equipamentos passíveis de serem reprogramados dentro das minhas possibilidades informáticas nesse momento.
Como o primeiro item a ser apontado pelo possível orientador, ele me diz que o trabalho são as imagens feitas com os objetos. Já eu brigo para que o trabalho seja ou o texto sobre os objetos, ou os próprios.
Será que eu baixo um firmware para DC-50?
Kenji aceitou ser o orientador. Agora vêem os tramites burocráticos dentro da faculdade. Os cianótipos vão bem, o papel reaproveitado tem sido uma base interessante para trabalhar. O formato do 18x24cm é legal.
Reciclei umas outras coisas num modificador de flash secreto, falo mais disso depois.