Estou descalço no laboratório de informática, os meus pés ficaram encharcados pela chuva e depois pela água envolvida no processo de reconstruir papel.
Tirei os sapatos na esperança que a meia secasse um pouco. Refazer papel é interessante, o liquidificador, a polpa, as telas, a água.
Autor: Guilherme Maranhão
A semana no Rio foi das mais interessantes, e como de praxe fui à feira da Pça XV. Sensacional! Sai de lá com a minha DCS, que eu tanto procurava, é uma DCS 420c, um modelo de 1.5MP que usa o corpo de uma N90 para funcionar, a grande vantagem desse modelo é como o sensor fica exposto e pode ser modificado mais facilmente por essa razão. Achei também umas outras tranqueirinhas…
Me ligaram para ir buscar papéis. Papéis interessantes e pelo visto bem fungados. Não falta vontade de testar o que eles podem fazer.
Arrumei um fotolog abandonado para mim, já que criar novos fotolog está tão difícil ultimamente. O link está ao lado.
Só porque escrevi sobre o Mac ontem, hoje ele permaneceu ligado mais de uma hora, continuo com os dedos cruzados. O mais surpreendente disso tudo é que com esse Mac consegui ler um disquete de 3 polegadas e meia que é de densidade dupla, com backup de documentos criados por mim no Mac LCII que eu tive entre 1993 e 1996. Sensacional!
Me propus uma série de atividades no Carnaval, para correr atrás do tempo perdido e levar o TCC bem adiante enquanto há tranquilidade.
Pretendo também construir uma versão da Hasselblad SWC nesses dias, com uma lente de scanner, um back 6×6 da Singer e umas outras peças que forem aparecendo.
