Depois de modificar aquela 3×4 para fazer filmes 4×5″, um novo projeto similar: fazer 4×5″ em uma Polaroid 600SE.
Será que dá?

câmeras, scanners, filmes… quebrados, obsoletos, vencidos, mofados, estragados…
Depois de modificar aquela 3×4 para fazer filmes 4×5″, um novo projeto similar: fazer 4×5″ em uma Polaroid 600SE.
Será que dá?

Uma publicação antiga da Polaroid falava de escaneamento molhado de negativo de filmes instantâneos. Idéias. Resolvi escanear uns objetos molhados aqui no estúdio. Para isso, a dica da publicação era de se impermeabilizar a parte superior da máquina com silicone. Escolhi um Microtek ScanMaker II velhinho e agora espero o silicone secar.

Um amigo entrou em contato para pedir que ficasse sob minha custódia um scanner dele. O scanner em questão é um Howtek 4500, um scanner cilíndrico com 4000 ppi. Esse é ainda maior em tamanho do que os outros que eu já tinha aqui e pelo visto vai dar ainda mais trabalho para fazer funcionar também. O scanner estava parado e improdutivo, e como de costume fui pesquisar sobre quando e como ele foi lançado no mercado: isso aconteceu em 1994 a um preço de 25 mil dólares.
O scanner veio desacompanhado de dongle, que é uma peça de hardware que permite que o software de escaneamento funcione. O scanner também não ligou. Fim da história.
E encontrei também algumas imagens que fiz em Brasília esse ano. Os negativos foram feitos em filme Kodak EPP 100. O filme foi revelado em C-41. Reproduzi os negativos com uma câmara digital. Após a conversão dos arquivos RAW para JPEG, apliquei uma combinação estranha de Channel Mixer e o resultado foi esse:






Esse semestre será interessante, se por um lado terei mais uma vez uma experiência como professor, no curso no Pompéia do qual falei aqui, por outro lado me inscrevi no curso Luz Marginal Procura Corpo Vago do Gal Oppido, lá no MAM. Vamos ver se eu consigo postar anotações de ambas atividades aqui.