Consegui uma saída inesperada para o posicionamento da lente dentro do scanner e rolou a aproximação necessária, apanhei um pouco para focar, mas rolou também. A imagem final ficou em 5056×5056 pixels. Ainda não há uma calibração decente de cor e rola um batimento violento que talvez nunca tenha solução. Escaneei um retrato que fiz da Tia Márcia.
Rolou muita Araldite hoje, quem sabe ainda amanhã testo o scanner de médio formato.
A notícia da morte de Sebastião Carvalho Leme me pegou desprevinido. A princípio achei logo que o pessoal do Fotocineclube de Leme tinha atacado o departamento de jornalismo do Fotosite, um pessoal do Espírito Santo, http://www.geocities.com/fotocineclubeleme . Me enganei. Sebastião Leme realmente existiu e inventou uma câmara para fotografias panorâmicas.
O G3 tunado escaneou negativos PB do trabalho para a ABL no Rio. Já pus as fotos no ar. O scanner da Polaroid, com a máscara de cartão de passepartout, funcionou. As imagens na resolução máxima têm 10MP, o que é bem razoável para várias aplicações.
Visitei a feira de fotografia paulista. Pequena, mas coerente com sua própria proposta (soluções para quem trabalha no varejo). Faltou o pessoal da Digiflash, faltou a Adobe e outros tantos. Ainda assim várias opções novas e digitais estavam ali para serem entendidas, antes de mais nada.
Várias informações ficaram de fora da última coluna. Teve que ser assim. Até porque, mesmo sem detalhes sobre o problema que tive com o cache de L2 do chip G4, o texto continua ligeiramente hermético. O fato é que o cache do chip G4, sendo o dobro do que acompanha o chip G3 de apenas 512Kb, é que faz toda a diferença em termos de velocidade, desses dois processadores. Resolver esse problema foi sem dúvida a parte mais importante dessa história, mas dai a contar isso tudo usando termos como jumper, clock, mhz, altivec, é deixar muita gente sem entender nada.
E nesse meio tempo, reproduzi 423 cromos da coleção do Hugo, montei um DVD, tipo slideshow, com trilha sonora, e levei para ele. O private room do boteco agora tem uma tv de 29 tela plana, o DVD tá rodando lá e a galera pode curtir fotos de Sampa nos anos 60, soft porn no Guarujá, umas japas peladas no meio de uns rochedos, bancários quebrando o centro da cidade e ainda inclui meus pais lavando o Gordini e meu avô fazendo pose. Cinquenta e nove minutos, dá para tomar uma cerveja ou duas, lá no Botequim do Hugo.
O hack com o scanner de mesa está meio parado, a cabeça funciona. Bolar uma imagem para a próxima coluna é complicado. Talvez a experiência louca com o scanner Sharp, que deu meio errado, mas que é uma imagem forte.
O Temporal anda bem agitado (veja o link ao lado), estou em festa!

