Um grande amigo me presenteou semana passada com um Power Macintosh 6500/300. Um computador muito imponente no seu tempo e cheio de possibilidades até os dias de hoje. Essa semana finalmente tive o tempo de tentar ligar o aparelho. Nada como a felicidade de ouvir o “boing” da inicialização da máquina que parecia estar morta. No entanto a felicidade durou pouco, depois de checar alguns detalhes, abrir e fechar o Photoshop para sentir a velocidade do processador, o computador apagou e não quis ligar mais. Algo esquentou demais lá dentro.
Meses atrás eu havia recebido de um conhecido um outro Mac de presente, um 5500/225, que possui a mesma placa mãe desse 6500, que veio com o mesmo defeito aparente. Naquela época me desfiz do computador guardando apenas o HD com programas interessantes.
Mistério. E o 6500 com certeza vale o esforço de encontrar alguma solução.
Categoria: refotografia
Para ser capaz de demonstrar sobre o que falava meu texto do TCC, cujo assunto é o mesmo desse blog, eu me pus a criar um quimiograma imenso no próprio dia da apresentação. O quimiograma deveria juntar 100 folhas de papel fotográfico tamanho 18x24cm, acabaram sendo apenas 92. Com minhas duas mãos e o auxílio de um saco plástico amarelo de um livraria imprimi os 92 quimiogramas e com 378 alfinetes prendi as folhas em um tecido de algodão.
O painel ainda molhado serviu para explicar o mais simples: certas coisas parecem impossíveis, mas não o são. Uma caixa de papel velado virou um painel fotográfico e as provas eram e são irrefutáveis.
A principal razão para a criação desse blog se acabou. Era o TCC. Foi entregue ontem pela manhã. No entanto, as construções e invenções continuam.
Nesse último feriado experimentei pela primeira vez a Pentax 67. Grande e pesada. O resultado com a lente 2.4 é bem interessante, profundidade de foco bem pequena. Revelei filme negativo colorido sem o branqueador, as imagens ficaram carregadas, intensas.
Nada como tclado faltando uma ltra. No caso a sgunda vogal.
Ando pensando em quimiogramas para exemplificar o que pode ser feito com tão pouco. Posso fazer quimiogramas com uma caixa inteira de papel completamente velado. E preencher uma lona toda com isso.
Segundo o Heidegger, a técnica é uma forma de desencobrimento. E a técnica fotográfica é uma forma de desencobrimento de imagens fotográficas. No entanto, não há menção, no texto do Heidegger, com relação à quantidade de megapixels necessária para tal operação. Será que tá faltando uma página do meu xerox?
