ainda penso nas coisas que joguei fora uns blogs atrás. ainda não me arrependi, mas estou quase. o espaço é um limitante, e preciso lembrar disso bastante no texto que pretendo escrever. não adianta defender que as coisas têm seu tempo e que temos que esperar elas acontecerem. as coisas ocupam espaço. hoje vou buscar um baú que me ajudará a ocupar melhor o espaço.

já são uns vinte filmes para revelar guardados num ziplok. é um espanto. usar filme é uma coisa já meio remota.

ganhei um livro da faró, sobre o duchamp. putz, como é foda, o biógrafo que escreveu passa o prefácio falando de como tudo tinha duplo sentido e como estudiosos de duchamp não têm certeza de nada, nunca. vou ler o livro e ver se dele sai algum pensamento interessante.

Olhando para trás brevemente

olha… eu fico pensando o que essa história de lixo já me fez fazer. às vezes acho engraçado quando repito pela milésima vez que meu cartão de visita é um pedaço reaproveitado de foto em papel fibra com um carimbo no verso. as pessoas olham, e ficam em dúvida. será isso bom?
eu não sei ao certo. às vezes penso que sacrifico minha carreira profissional com essas besteiras. pelo menos não sacrifico o papel, que iria para o lixo.