ULF • finalizando

O último post desse assunto foi exatamente há um ano e um dia. Em dezembro de 2014 eu estava cortando os últimos pedaços de madeira para montar as traseiras da câmera.

Modifiquei um tripé da Atek para receber a câmera, removi a cabeça e criei uma base no topo do tripé que encaixa no fundo da câmera. Ressucitei um Compound IV todo enferrujado para receber as células da Symmar 360mm que eu pretendo usar.


Foi um ano corrido e eu só consegui juntar forças e grana para comprar passepartout e foamcore para montar os chassis de filme no meio do ano, levei um tempinho ainda para cortar tudo e só comecei a montar o primeiro chassi 8×20″ na semana passada.


Na montagem descobri alguns erros nos cortes, nada grave. E também tive de dar corpo a algumas idéias que eu tinha tido durante o ano, mas que não estavam presentes no protótipo, como o light trap feito com folha de alumínio e etc.

Ainda não sei exatamente como acomodar a câmera para transporte e onde levar chassis para que sejam mantido planos o tempo todo, mas acho que isso vai ser aprendido com o tempo.

Tem horas que me pergunto porque, depois passa.

ULF • materiais

Ao meu ver, a construção de uma câmera fotográfica esbarra sempre na equação que rege o custo, a estética, a durabilidade, a funcionalidade do resultado final e a praticidade da operação DIY.

Isso é mais evidente na fase do projeto quando se abre mão de isso ou aquilo para tornar possível construir a câmera com coisas que gente encontra num Leroy Merlin, por exemplo.

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A Dumont Metais fica numa travessa da Rua Piratininga e é muito útil nesses projetos. Eles vendem barras, perfis, chapas. E cortam para caber no seu carro.

A Dumont é como uma alternativa para coisas que não se pode encontrar nas lojas de material de construção, pelo menos para mim.

Outra alternativa na mesma região é a loja Martins Peres na própria Rua Piratininga que vende ferramentas recicladas ou usadas. Lá eu encontro fresas para usar na furadeira de bancada.