Quando em Porto Alegre, vá ao Bric do Didi na Rua Dr Flores. Imperdível pra quem gosta de tranqueiras.
Logo na entrada a placa avisa se o portão de grade abrirá ou não.

Lá dentro tem um pouco de tudo.


câmeras, scanners, filmes… quebrados, obsoletos, vencidos, mofados, estragados…
Quando em Porto Alegre, vá ao Bric do Didi na Rua Dr Flores. Imperdível pra quem gosta de tranqueiras.
Logo na entrada a placa avisa se o portão de grade abrirá ou não.

Lá dentro tem um pouco de tudo.


Para manter os negativos mais planos e melhorar a transmissão ótica do acetato comecei a usar um líquido produzido pela Aztek para escaneamento, é o fluído Kami. Uma busca na internet pode revelar muito sobre essa técnica: Wet Mounting.
Dá para observar uma diferença bem grande em relação às fotos do post anterior, quando as bordas do negativo estavam completamente fora de foco.

Depois de várias tentativas, acabei começando do início novamente. Parti para uma limpeza interna do scanner (com aspirador de pó) e depois apliquei óleo nas partes móveis. Os avisos de erro foram embora.
Recortei em acrílico uma máscara para os negativos e fiz um teste, sem o acrílico original que não estava muito bom.
Aqui um desses testes, de uma série de imagens com Fomapan vencido em 1991, fotografado em 2011, depois de mofar 20 anos.

Na véspera do retorno um workshop divertidíssimo.
Brinquei com os alunos, pela primeira vez ouvi duas coisas: “esse papel é grande, posso cortar?” e “espera que eu preciso pensar o que fazer”. Enfim, dei boas risadas.
Falamos de arte, de artificialidade, de multiplicidade de culturas, etc.
Catamos folhas pelas ruas de Jena. Sacos plásticos reciclados, enfim, pequenas coisas.
Escreveu esse post da sala de espera em Frankfurt, daqui a pouco retorno a São Paulo. Até já!
Na verdade esse post é sobre uma loja na cidade de Erfurt próxima à Jena, na Krämerbrücke 26 (brücke é ponte, é uma ponte medieval no estilo da Ponte Vecchio em Florença).
A proprietária é a Heike, me atendeu em inglês sem problemas.
Grande parte do acervo de usados é DDR (Pratika, CZJ, Pentacon e Exakta). Entre 30 e 150 euros tem um monte de coisas.
Além disso, tinha também um projetor bacanudo (385 euros) e uma Mentor 13x18cm (460 euros).
O primeiro workshop da viagem foi de construção de câmara digital artesanal com sucata de scanner. Muito divertido o workshop em 3 línguas. O povo falava alemão, mas eu não. Foi 85% em inglês com um tanto de portunhol germânico.
Desmontamos um Canon 3000f, mas deu muito certo. Acabamos fotografando com as câmaras que já estavam prontas.
O que fez mais sucesso foram as imagens das mãos.
