Hoje eu conheci o Grafatório, que é o ateliê onde dei a palestra e onde será o workshop amanhã também. Uma imagem vale por mil palavras?
E olha um Tango ali no canto!
A palestra correu bem, a céu aberto, uma delícia.
câmeras, scanners, filmes… quebrados, obsoletos, vencidos, mofados, estragados…
A oficina Armadilha para o Acaso que rolou no Sesc Belenzinho dentro da programação do E agora, Fotografia? foi bem divertida. Anotei algumas coisas sobre o processo e gostaria de dividir aqui.
Dividi as aulas em duas etapas, uma mais curta com a discussão de algumas imagens/trabalhos e depois um pouco de prática em sala. Optei por usar livros de verdade na oficina ao invés de projetar imagens, acho que cria um clima mais informal e abre espaço para conversas paralelas, imagens que não estão previstas, etc. A parte prática sempre era sugerida pelo último livro que eu mostrava naquele dia.
Na primeira aula fotografamos inspirados pelo livro Jump do Philippe Halsmann, depois pelo trabalho Hemogramas do Joan Fontcuberta, na terceira pelas multiplas exposições de Geraldo de Barros e por fim com os autoretratos da Francesca Woodman.

Nossos ketchupogramas!

Dani e Fernanda encontrando ângulos geraldianos!

Até o professor fez autoretratos e atrapalhou os dos alunos…
Há umas duas semanas um G4 simplesmente apagou. Era um PowerMac 466mhz Digital Audio.
Tudo indicava que a fonte era o problema.
Tinha uma fonte de G3 aqui e vários guias na internet que ensinavam como fazer uma adaptação.
A adaptação correu bem, mas não resolveu o problema. A placa-mãe se foi, provavelmente com a fonte… Para o próximo projeto.