A parte traseira da câmera será removível e assim poderei usar filmes 8×20″, 12×16″ e 16×20″.
Ontem comecei a cortar as três traseiras e para fazer os encaixes estou usando uma tupia.
A garagem do prédio parecia o lugar ideal para fazer sujeira.
câmeras, scanners, filmes… quebrados, obsoletos, vencidos, mofados, estragados…
Penna Prearo e eu novamente atacamos com a performance do RXDCC no Sesc Bauru. Aqui algumas imagens dessa última apresentação.
As imagens dessa e das outras vezes que fizemos isso estão no site: http://rxdcc.art.br/




O standard frontal da câmera será em alumínio. Estou abrindo um canal de 3/16″ para a moldura frontal deslizar. O processo é demorado, muito porque eu uso a furadeira de bancada como fresa.
O resultado da primeira tentativa ficou assim:
E foi assim que ficou a melhor versão do guia que fiz para conduzir o metal durante o corte.
Ao meu ver, a construção de uma câmera fotográfica esbarra sempre na equação que rege o custo, a estética, a durabilidade, a funcionalidade do resultado final e a praticidade da operação DIY.
Isso é mais evidente na fase do projeto quando se abre mão de isso ou aquilo para tornar possível construir a câmera com coisas que gente encontra num Leroy Merlin, por exemplo.
A Dumont Metais fica numa travessa da Rua Piratininga e é muito útil nesses projetos. Eles vendem barras, perfis, chapas. E cortam para caber no seu carro.
A Dumont é como uma alternativa para coisas que não se pode encontrar nas lojas de material de construção, pelo menos para mim.
Outra alternativa na mesma região é a loja Martins Peres na própria Rua Piratininga que vende ferramentas recicladas ou usadas. Lá eu encontro fresas para usar na furadeira de bancada.