E tem em POA também, segue aqui o link do evento: https://www.facebook.com/events/1251748184862806/
Vai ser na segunda-feira, dia 17 de abril, às 18h no Planta Baja/Barraco Cultural – Rua Laurindo 332 e o preço é R$ 150,00.

câmeras, scanners, filmes… quebrados, obsoletos, vencidos, mofados, estragados…
E tem em POA também, segue aqui o link do evento: https://www.facebook.com/events/1251748184862806/
Vai ser na segunda-feira, dia 17 de abril, às 18h no Planta Baja/Barraco Cultural – Rua Laurindo 332 e o preço é R$ 150,00.

Agora é a vez do Rio de Janeiro, estarei lá sábado que vem, dia 08/04/17 para oferecer essa oficina ali na Fábrica da Behring para quem quiser transformar um singelo scanner de mesa numa câmera digital artesanal.

Tem mais informações nesse evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/390521441305807/
Tem dias que o trabalho na verdade é organizar as ideias e as coisas que aguardam ideias.

Esse De Vere 504 veio em pedaços, eram três e eu já contei essa história aqui. Um virou um novo ampliador 5×7″, um é apenas uma coluna guardada e esse é o que foi montado com as melhores peças dos três e está quase completo. Encostado aqui ele aguarda um projeto.
Já os tripés de teodolitos estão perfeitos, limpos e lubrificados. Pretendo um dia adaptá-los para câmeras de grande formato.
A fotografia analógica está tendo um renascimento, quem começou na era do digital está descobrindo o encanto de fotografar “às cegas” para saber o resultado depois e o charme de uma imagem feita em filme.
Mas como compartilhar isso com os amigos? Sim, é possível unir analógico e digital!
O que é essa oficina?
Para a fotografia analógica ser compartilhada no mundo digital ela precisa ser escaneada. Escaneamento é um processo delicado e quando o intuito é preservar as características que tornam a fotografia analógica tão linda, ele deve ser levado adiante com muito carinho e cuidado. Quero compartilhar com vocês algumas técnicas para obter bons arquivos digitais de suas imagens analógicas.
Aqui no ateliê vamos usar um scanner Epson V600 nas demonstrações, mas esses ensinamentos podem ser reproduzidos em outros aparelhos. Vamos escanear negativos e cópias também, dando ênfase na cor.
Para quem é essa oficina?
Para pessoas que já praticam a fotografia analógica e/ou que tem um acervo de imagens para ser digitalizado.
Mais infos pelo link:
http://www.cinese.me/encontros/dominando-seu-scanner-com-guilherme-maranhao
Ou me manda um e-mail se tiver uma dúvida.
Essa Varex deve datar da década de 1950, veio acompanhada de uma prisma com fotômetro, algo raro na época e uma Biotar 58mm f/2, um opção chique também. Vou falar mais dessa câmera nos próximos posts, falta o pressure plate no back e o takeup spool e vou tentar encontrar soluções para substituí-los. Hoje eu decidi encarar o problema mais óbvio que é a cortina agarrando para cruzar o quadro.
As Exaktas com corpo em forma de trapézio são muito simples de desmontar, basta remover uns dois parafusos perto da ocular, os tantos que segurarem a baioneta e eventualmente a alavanca de avanço do filme (é o caso da IIa, ou pelo menos dessa aqui). Dai o interior da câmera sai para cima sem a menor cerimônia.
Usei um óleo com um aplicador fino e preciso e coloquei nos diversos pontos de contato de eixos e engrenagens. Usei um cotonete para remover alguma poeira que tinha juntado na graxa e só. Corri atrás de uma mola que disparou pelo ateliê, coloquei no lugar apesar da tensão. Montei tudo de novo.
Semana que vem conto dos outros problemas.
Em 2013 me convidaram para o FIF em Curitiba em 2013 e lá fui eu passar uma semana por lá para série de atividades. Levei comigo a minha Fuji GW690III e os últimos 8 rolos de CHS100 que eu tinha. Optei por fazer os deslocamentos a pé, saindo mais cedo e tals, e consegui aproveitar bem o festival de fotografia para fotografar uma impressão sobre a cidade.

Deixei essas coisas na gaveta até recentemente (na verdade isso é uma estratégia com certos trabalhos, o repouso). Editei um pouco o material e comecei a escanear no Cezanne (escaneamento molhado).

O CHS100 é um filme clássico que a Adox voltou a fazer há uns anos atrás, o grão é quase o do Tri-X e eu adoro o jeito como o Cezanne resolve o grão e dá esse nível de profundidade na imagem. O filme em si tem uns problemas, que vão dos números impressos serem muito grandes e por vezes invadem a área da imagem e o fato do backing paper usado ser estreito e ficar folgado na bobina tornando tensa a hora de carregar o filme na câmera.

Voltando ao assunto do escaneamento, acabei editando 61 imagens e escaneei tudo a 4000 dpi. O resultado são arquivos Tiff RGB com 16 bits e em média 750Mb de tamanho. Em 2017, ok, mas imagina isso em 1998 quando esse scanner foi construído.