Três perguntas para Erick Ferrufino sobre montanhas

Você cresceu em La Paz no altiplano andino, com uma linda vista do Illimani, como isso influenciou a sua fotografia?

EF: Hasta mis 35 años siempre viví rodeados de montañas, nací en la ciudad de Potosí (Bolivia) o antiguamente llamada “Villa Imperial de Carlos V”, ubicada al Sur de Bolivia, fue una de las ciudades más importantes en la época de la Colonia Española, al pie del cerro imponente que se llama “Sumaj Orck’o” en dialecto quechua, que quiere decir “Buen Cerro o Cerro Rico”, que fue explotada desde la colonia hasta la época actual, por su riqueza mineral que lleva en su seno.

Mi primera migración fue a La Paz, que es la sede de gobierno y es un complejo entretejido de edificios y construcciones en el altiplano y las laderas, rodeada de montañas, yo la encuentro a esta ciudad con una mística de tres tiempos, arquitectónicamente y socialmente hablando, donde sobre sale el Illimani, que es una inspiración para artistas visuales, poetas, escritores, fotógrafos y músicos.

La región de los Andes se caracteriza por la altura, el frio y su paisaje monótono, uno puede sentir que está más cerca del cielo, algo tan simple como caminar, puede ser un desafío para aquellos que no están acostumbrados a la altura. Confieso que tengo conexión con las montañas, porque en ellas siento una paz y puedo meditar bajo el silencio que se tiene, disfrutando de esta sensación, que me ha permitido visualizar por medio de mi mirada, a las montañas nevadas, su arte, pinturas y su arquitectura, sus museos, numismática, los paisajes áridos, los rostros indígenas, calles estrechas y empedradas, el cual disfrute cada día de este entorno visual.

A descoberta do analógico ocorre junto com a mudança para São Paulo, o que te atrai nessa paisagem tão diferente? O que é familiar aqui? Nesses 3 anos investigando a fotografia analógica, você já descobriu o te agrada nela?

EF: Ahora me encuentro en Sao Paulo; es totalmente distinta de dónde vengo, pero al ser distinta se vuelve muy atrayente, es compleja y diversa, teniendo una mayor conexión con las personas, encontrando de esta forma una nueva mirada, aquí pudo trabajar con fotografía analógica (bueno antes solo llamada fotografía), este redescubrimiento se adecuo mejor a mi ritmo de trabajo, conociendo a personajes que podría estar escuchando todo el día, contándome sobre este proceso o sus anécdotas.

En este momento me quiero centra en dos series fotográficas, “Migrantes Bolivianos” y una que todavía no termino de cerrar la idea, pero sería llamada “La buena onda Sao Paulo” espero que en un tiempo más pueda culminar estas series y poder compartir con ustedes. 

Fotografia Portuguesa • primeiro vídeo no ar!

Concebi um pequeno projeto de uma série de entrevistas com fotógrafos, escaneadores e curadores portugueses, para gravar em vídeo e publicar. O projeto se chama Fotografia Portuguesa e entre crowdfunding e hoje já se passou bastante tempo, alguns atrasos com burocracia, mas nada grave.

Esse primeiro episódio é uma entrevista com o Pedro Gonçalves, um lambe-lambe ou fotógrafo a la minuta, na cidade de Braga:

PS: esse é o post número 800 nesse blog e isso não podia passar se uma pequena nota, ha! Se liga ai que tem muita informação espalhada nesses 800 posts.

FRoFA • 2 e 3 de Novembro de 2019

A próxima FRoFA já está marcada, faltam poucos dias! Ela acontecerá no IMS Paulista, nos dias 2 e 3 de Novembro.
Mais informações, siga o link: https://www.facebook.com/events/1630880740379969

Fiquem de olho em toda a programação do Festival Zum 2019: https://revistazum.com.br/programacao-festival-zum-2019/

E siga a FRoFA por onde ela for:

https://www.instagram.com/frofafotografiaanalogica/

Encontro de lambe-lambes discute novas práticas da fotografia ambulante

O vídeo saiu pelo canal da Revista Zum:
“Concebido pela pesquisadora e fotógrafa paulista Cássia Xavier, o Fotoclube Lambe-Lambe reúne 16 fotógrafos lambe-lambe em atividade no Brasil e tem como objetivo promover encontros entre esses fotógrafos para troca de informações, conhecimentos e novas experiências em torno dessa técnica pioneira de fotografia ambulante. O mais recente dos encontros aconteceu em Poços de Caldas (MG), no último mês de agosto, e reuniu 12 fotógrafos de cinco estados diferentes que ocuparam a Praça Pedro Sanches na região central da cidade. Guilherme Maranhão foi até Poços para conversar com os fotógrafos e entender o atual cenário da fotografia ambulante no Brasil.///”

Três perguntas para Isabella Finholdt sobre hashtags

No Instagram você usa algumas hashtags que me fazem imaginar você ali fazendo aquela imagem naquele instante (#shootlikeagirl, #womeninstreet, #girlsinfilm) e eu imagino também que você tem uma certa familiaridade com esses lugares fotografados à noite entre 2014 e 2016. Qual sua relação com esses lugares?

IF: A maioria dessas fotos fazem parte dos dois livros que elaborei pro meu TCC em artes visuais, Verão e Arrebol. Boa parte delas foram feitas no Taboão, no Butantã ou em Pinheiros, que são (ou foram no caso do butanta) lugares que moro e que passo ou frequento diariamente há dez anos. Acho que minha relação com os lugares é de familiaridade e nessa época estava procurando “ver de novo” as coisas que via/vejo todo dia, os ambientes de passagem, a paisagem cotidiana, etc

isabella finholdt

Ainda sobre a hashtag #girlsinfilm, quanto do seu processo ainda é analógico? Porque?

IF: A relação com o analógico pra mim é importante, foi o meio que aprendi a fotografar em 2011. Também pesquisei a construção de uma camera de grande formato em 2016/2017. Também presto serviço de digitalização.
Os dois projetos pessoais que ando tocando são digitais; embora as vezes use a Yashica 6×6 pro projeto do condomínio. Atualmente eu deixei um pouco de lado o analógico enquanto processo de trabalho e pesquisa pessoal, mas de vez em quando eu pego a Yashica, a K1000 menos, pra fotografar porque sou apaixonada pelo formato e por alguns filmes. Para mim as as coisas andam meio juntas, se tenho vontade vou e faço analógico também

E sobre o #workinprogress de retratos, você imprimiu provas para editar esse material? Como funciona essa etapa do trabalho?

IF: Esses retratos que postei são parte do projeto maior que to fazendo aqui no condomínio que moro; tenho algumas provas em diferentes tamanhos…imprimi muitas pequenas (tipo um A5) pra ter uma noção do material que já é grande, e algumas maiores para apresentar na mostra de portfolio do V Fórum Latino-Americano de Fotografia; eu editei algumas séries retratos externos, internos, paisagens etc… e tenho alguns conjuntos que gosto muito e que acho que funcionam bastante, mas a etapa da edição tem sido mais complicada pra mim, a real é que preciso trabalhar mais nesse sentido

Três perguntas para Michela Brígida sobre ensinar e aprender

Você foi âncora do programa online sobre fotografia, o Click na AllTV (uma grande inspiração do Foco Crítico), como foi essa experiência?

MB: Apresentar o programa Click foi um grande aprendizado pra mim, uma experiência que se integrou à minha formação em comunicação, uma vez que tivemos que dominar a rotina de produção, bem como as técnicas para apresentação e divulgação de programa semanal de TV. E tudo isso de forma voluntária. Conciliar todo esse trabalho, sendo uma jornalista e fotógrafa recém formada foi já um aprendizado e tanto!

Alem disso, aprendi muito a respeito desse universo da fotografia, tendo acesso a grandes nomes nacionais e internacionais.

Quantas transmissões você fez e quais o momento mais memorável?

MB: Acho que começamos em 2004. Fomos até 2009. Com um programa a cada domingo.
Houve muitos momentos memoráveis: quando entramos na câmera-caminhão-pinhole de Mica Costa Grande, quando entrevistamos fotógrafos que tenho como referência como German Lorca, Claudia Andujar, Thomas Farkas, Pedro Martinelli. Muitos momentos memoráveis.

Sobre o dia-a-dia nas aulas para a ETEC de Carapicuíba, o que você já aprendeu com os alunos?

MB: Tanto na Etec como na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, eu vejo que o que eu mais aprendo com esses alunos é ser uma pessoa melhor, mais paciente, mais compreensiva, mais humana, a enxergar e valorizar as produções, os novos trabalhos. Eles me ensinam a estar sempre renovando o olhar e isso é muito importante.