Virada Cultural no Pompéia

Um post sobre o que rolou durante a Virada Cultural. A primeira imagem foi o grupo que saiu atrás da Lua na noite do sábado, ainda na esquina da Clélia com a Barão do Bananal.

Mais tarde chegamos a uma quadra poliesportiva do Sesc, para fazer um gato-mia rápido, fotograficamente falando.

Depois foi a hora de subir no alto do prédio do complexo esportivo do Pompéia, de lá a vista estava linda, sem nuvens, com uma Lua incrível. Friozinho, mas agradável. Essa foto é do Cristiano Andrigheto que participou da saída!

De manhazinha, começou uma outra coisa. fotografamos a paisagem vista do Sesc das 6h às 9h! Esse é um vídeo que a Wicca fez na Oficina de Time Lapse com Software Livre:

Para ver o que rolou o que mais rolou nessa oficina, você vai ter que acessar o You Tube e ver os vídeos! Ou quem sabe assistir o programa Vitrine na TV Cultura, no próximo fim-de-semana!

Depois rolou a oficina Para Ver o Sol. Construímos uma caixa preta no SESC!

Fotoativa

Fui conhecer a Fotoativa em Belém. São 24 anos de histórias. A Tília e o Miguel me contaram um cadinho delas. Hoje a Fotoativa mora em uma casa cedida pela prefeitura, uma mansão na cidade velha, com um tanto a mais de passado. A casa é do século XIX.

Eles têm um laboratório p&b, algumas salas e um grande espaço meio galeria, meio sala, com portas que dão para a Praça das Mercês, nos fundos do prédio da antiga Alfândega.

Tive a oportunidade de assistir uma aula do Miguel para um grupo de recém iniciados ao pinhole (câmaras de orifício). A aula funciona como uma brincadeira de telefone sem fio, o que propicia uma super-interação entre os alunos.

O que eu vi foi uma instituição com 24 anos bem vividos que ainda tem a energia para fazer um grupo bem heterogêneo de pessoas bricarem como crianças. Homo ludens diria Flusser. Que lugar mais acolhedor.

No Acre

Em Rio Branco conheci a Carmem. Quanta energia. Aprendi bastante. No avião, indo e vindo de uma cidade para outra, li Flusser. Ele questiona até onde vai a intenção do aparelho numa fotografia e a intenção do operador. Ele acredita que o aparelho fotográfico nos programa para esgotar o programa dele próprio. Assim, logo achamos que nosso aparelho é obsoleto, o que nos faz querer adquirir outro aparelho mais novo do aparelho indústria fotográfica. Será?

Chico Divino em Paraty

Chico

Fotografei o artesão Chico Divino lá em Paraty. O Chico ficou famoso pelas suas representações do Espírito Santo, as famosas pombinhas e ganhou esse apelido. O Chico gosta de passar na frente das construções e descolar pedaços de madeira que possivelmente acabariam no lixão da cidade ou boiando pelo mar. Com essa madeira ele faz sua arte.