Rolou um mega hiato.
E passou.

A história do scanner de médio formato ficou parada, eu realmente acho que os batimentos de frequência não irão embora, mas a fonte de luz diferente ainda será testada.
Nesse meio tempo apareceu mais um Mac velhinho, presente do 2F. A carcaça é de um 8500, mas o adesivo da Sonnet entrega que o conteúdo já virou outra coisa. Sonnet é um fabricante conhecido de upgrades de processador para Macs. De fato, mais um G3. Coincidência ou não, essas máquinas com upgrades estão sempre no meio do caminho. Faltou remover o cache L2 da placa mãe para o upgrade funcionar, talvez por essa razão simples a máquina tenha ido pro lixo. Um Google e já tinha drivers para tudo.
Sem o chip de cache (o upgrade tem o seu próprio, maior e melhor) o 8500 voou. O HD é razoável, 8,4GB. E tinha até uma placa de vídeo PCI, mas essa foi direto para o G3 bege onde ela será mais útil no futuro próximo.

No G3 bege, escaneei uns negativos feitos com a Leica do meu bisavô. O foco com a lente em 1.4 é sofrível, talvez haja necessidade de calibrar o rangefinder. De resto, a câmara funciona bem. Assim as fotos puderam ir mais rápido para as mãos dos fotografados.

Estou planejando mais um negativo comprido para mais uma imagem comprida. Só falta minha outra avó. E também tem umas fotos de sucata para tratar digitalmente.

Consegui uma saída inesperada para o posicionamento da lente dentro do scanner e rolou a aproximação necessária, apanhei um pouco para focar, mas rolou também. A imagem final ficou em 5056×5056 pixels. Ainda não há uma calibração decente de cor e rola um batimento violento que talvez nunca tenha solução. Escaneei um retrato que fiz da Tia Márcia.

Rolou muita Araldite hoje, quem sabe ainda amanhã testo o scanner de médio formato.
A notícia da morte de Sebastião Carvalho Leme me pegou desprevinido. A princípio achei logo que o pessoal do Fotocineclube de Leme tinha atacado o departamento de jornalismo do Fotosite, um pessoal do Espírito Santo, http://www.geocities.com/fotocineclubeleme . Me enganei. Sebastião Leme realmente existiu e inventou uma câmara para fotografias panorâmicas.

O G3 tunado escaneou negativos PB do trabalho para a ABL no Rio. Já pus as fotos no ar. O scanner da Polaroid, com a máscara de cartão de passepartout, funcionou. As imagens na resolução máxima têm 10MP, o que é bem razoável para várias aplicações.
Visitei a feira de fotografia paulista. Pequena, mas coerente com sua própria proposta (soluções para quem trabalha no varejo). Faltou o pessoal da Digiflash, faltou a Adobe e outros tantos. Ainda assim várias opções novas e digitais estavam ali para serem entendidas, antes de mais nada.