Trinta anos depois, as fotos dos meus bisavós se reencontram com o ar seco. À medida que perdem a umidade, se retorcem tentando se esconder da luz.


Septicismo

A vida é sempre a mesma e sempre o mesmo
O homem que a sonha nova e singular
E vai vivendo, e vai sonhando a esmo,
Iludindo a si mesmo
Pela doce mentira de sonhar

O destino não volta, e sempre adiante
Os homens leva para a mesma dor!
Mas em meio à miséria circundante,
O homem prossegue adiante,
Para o clarão do uimérico amor.
Nada perturba a marcha do universo.
Inútil ilusão a de viver.
Mas canta o poeta, e quer conter num verso
Tôda a luz do universo
E a grandeza dinâmica do ser.

Septicismo é uma poesia inédita da minha bisavó Anna Amélia.

Escaneei negativos das viagens ao Pantanal em 1997. Como eu revelava mal meus filmes. O G3 tunado lidou muito bem com os Tiffs de 25 MB.
O caboclo-limpador esteve por aqui, a limpeza foi boa. Abrindo espaço para outras coisas que estão por vir.
Fui ao centro escanear a paisagem urbana. A bateria tinha entrado em curto e meu scanner nem ligou. Frustação típica das coisas improvisadas.

Não podia deixar de publicar, apenas um pequeno trecho de meu último post no Temporal, aqui:
“Eu achava reciclagem legal, pegar um Mac velho e ressucitá-lo.

O Felipe, 2F, arrasou comigo e nem se deu conta: hardware é muito simples, um quebra-cabeça de 5 ou 6 peças. Software é a nova fronteira, nossos problemas se resolvem é no software.”