Problema de impressão

Ganhei uma impressora de uma amiga, junto com mais umas tranqueiras bacanas. O filho dela pelo visto achou o plástico transparente interessante e encheu a impressora de coisas ao longo dos anos. Achei pedaços de plástico, pedaços da própria impressora e muita poeira.

Depois de limpa e montada novamente, tentei fazer funcionar. A cabeça de impressão ficou louca e saiu batendo para ambos os lados, como quem diz: Eu me nego!!!!! Não quero!!!! Ah!!!  Uma coisa assim meio manicômio. Todas as luzes piscando!

Digitei no Google: Epson 740 odd problem. Não é que tava lá! Algumas gotas de óleo na barra cromada e fomos em frente. O fato é que a cabeça de impressão tem dificuldade de se mover e perde a noção do seu posicionamento. Vai entender!? Com o óleo na barra a cabeça se move normalmente e freia quando tem que frear.

Google é uma ferramenta ótima e basta uma palavra-chave para encontrar uma solução.

Será que é a placa de vídeo

Tem um tutorial bem legal na internet sobre como usar álcool ou vela para consertar um problema comum na placa de vídeo dos iBooks de 2002. Eu já tinha passado por lá antes, por curiosidade, mas hoje voltei por necessidade, assim pensava eu.

No domingo a tela do meu laptop mostrou sinais muito esquisitos e depois não acendeu mais. O tal problema, pensei eu. Consegui limpar o HD com o Firewire Target Disk Mode e me preparei para tocar fogo no computador.

Usando um outro tutorial comecei simplesmente abrindo a máquina para fuçar e ver se pondo pressão sobre o chip de vídeo, eu conseguia alguma imagem, comprovando o mal contato. De cara cai um parafuso de dentro do laptop. Estranho.

Não é que depois de 8 anos de vida, boa parte dos parafusos do micro haviam ficado frouxos. Um deles se soltou e deve ter dado um curto na placa-mãe. Foi apertar todos eles de novo, achar o lar do fujão e pronto. De volta a vida, quem sabe mais 8 anos.

Tratamento “por” Imagem

Foi divertidíssimo, um pouco de teatro para explicar o funcionamento do obturador de cortina. Dois alunos eram os roletes das cortinas, duas alunas faziam as cortinas (a primeira e a segunda), uma última aluna era o CCD/filme. Quando não tinha nenhuma cortina na frente, separando CCD da sala, os phótons (todos os outros alunos) tinham que acenar para o CCD, o sensibilizando. Fofo.

Autofocus

Olhando os testes que o Rob Galbraith fez com a Canon 1D Mark III ficou claro para mim que a questão do foco vai longe. Basta dar um google no nome dele junto com o da câmara para ver o quanto isso foi discutido por ai.
O fato é que todo mundo esperava que o autofocus da Mark III fosse melhor que o da Mark II, mas não é ele constatou, por várias razões. A primeira é um vacilo, uma peça do conjunto do espelho que quando quente se deforma e causa um erro constante no foco. A segunda é um problema que não deveria ser problema. O foco da Mark III parece rápido demais, assim coloca Galbraith. Ou seja, o foco segue movimentos que não deveria seguir porque é capaz de seguí-los e isso é um problema. Um atleta correndo na pista, a 50 metros do fotógrafo que tem uma 400mm/2.8, a mão do atleta passa pela frente de seu torso durante a corrida e imediatamente o foco vai para mão, saindo do rosto do atleta. É impressionante, são páginas e páginas que Rob Galbraith escreveu contando todos os testes que fez com a câmara. As câmaras anteriores simplesmente não capturam variações tão rápidas da cena, a ponto de mudar o foco para a mão do atleta como no exemplo que ele mostra.